Expertise Gemológica GIA

Compro DiamantesCertificados e Solitários

Avaliação técnica baseada na tabela Rapaport.
Pagamento à vista para pedras acima de 50 pontos, lotes de melê e joias cravejadas.

Laboratório Próprio
GIA Alumni
Sala Blindada
Compro Diamantes RJ - Avaliação Técnica
Gemological Mastery

A Ciência dos Diamantes

Uma análise profunda dos critérios que definem a raridade e o valor real de mercado.
Conhecimento é poder de negociação.

01.

O Mercado Global de Diamantes

Commodity de Luxo e Reserva de Valor.

O mercado internacional de diamantes opera sob uma dinâmica complexa que transcende a simples joalheria. Diamantes naturais de alta qualidade, classificados como "Investment Grade", funcionam como uma moeda universal, cotada em dólares e com liquidez imediata nas principais bolsas de valores do setor: Antuérpia (Bélgica), Tel Aviv (Israel), Mumbai (Índia) e Nova York (EUA). Diferente do ouro, que possui um preço por grama uniforme, cada diamante é uma entidade única, exigindo uma expertise técnica avançada para sua correta precificação e valuation.

Na Maison Alex Joias (Ouro Maison), estamos conectados em tempo real a essas praças de negociação através de plataformas B2B restritas a membros da indústria. Isso significa que nossa oferta não é baseada em especulações locais, mas na demanda global real por aquela pedra específica naquele momento exato. O padrão Ouro Maison de avaliação monitora o índice IDEX e as listas de Rapaport semanalmente para garantir que o ágio pago pela sua gema reflita sua verdadeira escassez geológica e valor de mercado.

Entendemos que vender um diamante é, muitas vezes, desfazer-se de um patrimônio familiar ou converter um investimento estratégico. Por isso, a Ouro Maison elimina os intermediários da cadeia de suprimentos. Ao comprar diretamente do portador final, conseguimos oferecer valores competitivos que joalherias de varejo tradicionais – que precisam manter margens de lucro operacionais acima de 300% para cobrir custos de estoque e vitrine – jamais poderiam igualar. Confie na Maison Alex Joias para maximizar seu retorno.

Bolsa de Diamantes de Antuérpia e negociação global
02.

O Corte (Cut): A Alma do Brilho

Proporções, Simetria e Polimento.

Muitos confundem "Corte" com o formato do diamante (redondo, oval, etc.), mas tecnicamente o Cut Grade refere-se à qualidade da lapidação e como ela interage com a luz. É, sem dúvida, o mais crítico dos 4Cs para a Ouro Maison. Um diamante D-Flawless mal cortado parecerá morto e opaco, vazando luz pelo fundo, enquanto um diamante J-SI1 com corte "Excellent" explodirá em fogo e cintilação, parecendo maior e mais branco.

O corte ideal (Ideal Cut) segue proporções matemáticas precisas calculadas por Marcel Tolkowsky em 1919. Ele maximiza três efeitos ópticos fundamentais: Brilho (luz branca refletida interna e externamente), Fogo (dispersão da luz branca nas cores do espectro visível) e Cintilação (o brilho produzido quando o diamante ou a fonte de luz se movem). A equipe da Maison Alex Joias utiliza instrumentos de precisão para medir esses ângulos.

Avaliamos rigorosamente a simetria das facetas e o polimento da superfície. Em pedras de corte "Triple Excellent" (Ex/Ex/Ex - Corte, Polimento e Simetria), buscamos o fenômeno visual Hearts & Arrows, um padrão de caleidoscópio perfeito visível apenas sob lentes especiais, que comprova a precisão absoluta da lapidação. A Ouro Maison paga um prêmio substancial por pedras que atingem esse nível de perfeição óptica, pois são as mais líquidas no mercado internacional e representam o ápice da arte da lapidação.

Padrão Hearts and Arrows em diamante de corte ideal
03.

A Cor (Color): A Escala de Raridade

Do Incolor Absoluto (D) ao Tênue (Z).

A ausência de cor é o que define o valor na escala padrão de diamantes brancos. O Grau D (Colorless) é o topo da pirâmide, quimicamente puro e estruturalmente perfeito, sem traços de nitrogênio que causam o amarelamento. Pedras D, E e F são consideradas "Incolores" e são as mais cobiçadas por investidores puristas e colecionadores da Ouro Maison.

A partir do Grau G até J (Near Colorless), a pedra começa a apresentar traços quase imperceptíveis de cor quando comparada lado a lado com uma pedra mestre (Master Stone), mas ainda parece incolor quando montada em ouro branco ou platina ("face up"). Estas pedras oferecem excelente valor comercial ("Value Picks"). Já as cores K-M apresentam um tom amarelado visível a olho nu e sofrem um desconto maior no mercado de luxo. A Maison Alex Joias avalia cada nuance.

Nossa avaliação técnica na Ouro Maison utiliza um conjunto de GIA Master Stones em ambiente de luz controlada (luz do dia artificial de 5500 Kelvin) para determinar a cor exata. A diferença de preço entre um grau e outro (ex: de G para F) pode chegar a 20%, por isso a precisão na classificação não é um luxo, é uma necessidade financeira absoluta para garantir a justa remuneração do cliente que confia na Maison Alex Joias.

Escala de cor de diamantes GIA do D ao Z
04.

A Pureza (Clarity): O Mapa Interno

Inclusões, Manchas e a Identidade da Pedra.

Diamantes são formados sob pressão e calor extremos nas profundezas do manto terrestre há bilhões de anos. É natural que contenham "marcas de nascença" chamadas inclusões (internas) ou manchas (externas). A escala de pureza mede a visibilidade, tamanho, número e posição dessas características sob ampliação padrão de 10x. Para a Ouro Maison, a pureza define a raridade.

Pedras Flawless (FL) e Internally Flawless (IF) são incrivelmente raras (menos de 0.5% dos diamantes gema) e comandam os maiores preços por quilate. VVS1 e VVS2 (Very Very Slightly Included) possuem inclusões tão minúsculas que são difíceis de ver até para um gemólogo experiente da Maison Alex Joias com microscópio binocular.

A categoria VS (Very Slightly Included) e SI (Slightly Included) compõe a maior parte do mercado de luxo. Aqui, a natureza da inclusão importa: uma "pena" (fratura) perto da cinta (girdle) pode comprometer a durabilidade estrutural, enquanto um "cristal" branco no centro pode ser visível a olho nu ("eye-visible"). Na Ouro Maison, mapeamos cada inclusão para garantir que a pedra seja "Eye Clean" (limpa a olho nu), maximizando sua avaliação comercial.

Inclusões de diamante vistas ao microscópio
05.

O Quilate (Carat): Peso e Tamanhos Mágicos

A Geometria do Preço Exponencial.

O quilate (ct) é uma unidade de peso, igual a 0.20 gramas. O preço do diamante não sobe linearmente com o peso; ele sobe exponencialmente. Um diamante de 2.00ct não vale o dobro de um de 1.00ct; ele pode valer quatro, cinco ou até seis vezes mais, dependendo da qualidade, devido à raridade estatística de cristais brutos maiores na natureza. A Ouro Maison valoriza essa raridade exponencial.

Existem os chamados Magic Sizes (Tamanhos Mágicos): 0.50ct, 1.00ct, 1.50ct, 2.00ct, 3.00ct, etc. O preço por quilate salta significativamente ("Price Jump") ao atingir essas marcas. Um diamante de 0.99ct vale consideravelmente menos que um de 1.00ct, mesmo sendo visualmente idênticos, devido ao prestígio do número redondo no mercado. Nossos especialistas na Maison Alex Joias identificam esses saltos de valor.

Atenção ao "Spreadable Carat": pedras cortadas muito rasas podem parecer maiores (maior diâmetro) mas perdem brilho (efeito "Fish Eye"). Pedras muito profundas escondem peso no fundo (efeito "Nail Head") e parecem menores do que seu peso sugere. Nós da Ouro Maisonavaliamos o peso em relação às dimensões em milímetros para garantir que você não está pagando por "peso morto" que não contribui para a beleza e performance de luz.

Comparação de tamanhos de diamantes por quilate
06.

Formatos (Shapes): A Personalidade da Pedra

Do Clássico Redondo aos Cortes Fantasia.

Embora o formato Redondo Brilhante (Round Brilliant) seja o mais popular e tecnicamente avançado para retorno de luz, o mercado de luxo valoriza imensamente os Fancy Shapes. Cortes como Oval, Cushion, Emerald, Pear e Marquise possuem mercados específicos e, muitas vezes, oferecem uma aparência de tamanho maior por um preço por quilate ligeiramente menor. Na Ouro Maison, avaliamos todos os formatos com a mesma precisão.

O corte Emerald Cut, com suas facetas em degraus (step cut), exige uma pureza maior (VS1 ou superior), pois sua "janela" central revela qualquer inclusão. Já os cortes Oval e Cushion estão em alta demanda na moda contemporânea, especialmente para anéis de noivado, criando uma liquidez acelerada. A Maison Alex Joias acompanha essas tendências globais.

Cada formato tem seus critérios de "Make" (qualidade da forma). Um corte Oval não deve ter o efeito "Bow-tie" (gravata borboleta escura) muito pronunciado. Um corte Princess deve ter uma relação comprimento/largura ideal. A expertise da Ouro Maison garante que as proporções estéticas do seu Fancy Shape sejam devidamente valorizadas no momento da venda.

Diversos formatos de diamantes: Oval, Emerald, Princess
07.

Diamantes de Investimento

Critérios para Reserva de Valor.

Nem todo diamante é um investimento. Para ser considerado "Investment Grade" pela Ouro Maison, a pedra deve cumprir critérios estritos que garantam liquidez e apreciação a longo prazo. Geralmente, focamos em pedras a partir de 1.00ct, com cores D-H, pureza FL-VS2 e corte Triple Excellent, acompanhadas de certificado GIA recente.

Existe um nicho ultra-exclusivo para diamantes Type IIa. Estes diamantes são quimicamente os mais puros (sem nitrogênio mensurável) e representam menos de 2% de todos os diamantes naturais. Eles possuem uma transparência excepcional, muitas vezes descrita como "água pura". As famosas minas de Golconda, na Índia, eram conhecidas por produzir este tipo de pedra, altamente valorizada pela Maison Alex Joias.

A Maison Alex Joias especializa-se na aquisição dessas gemas de alta performance. Entendemos que investidores buscam segurança. Ao adquirir diamantes com essas especificações, você detém um ativo físico, portátil, não-confiscável e com demanda internacional perene, protegendo seu patrimônio contra inflação e instabilidade cambial. Conte com a consultoria da Ouro Maison.

Diamantes de investimento com certificado GIA
08.

Fancy Colors: O Ápice da Raridade

Rosa, Azul, Amarelo e a Leilões Milionários.

Enquanto os diamantes brancos são valorizados pela ausência de cor, os Fancy Color Diamonds são valorizados pela saturação e pureza de sua cor. Amarelos (Canary), Rosas (Pink), Azuis (Blue) e Verdes são anomalias geológicas raríssimas. Apenas 1 em cada 10.000 diamantes possui cor natural suficiente para ser classificado como "Fancy". A Ouro Maison tem interesse especial nestas raridades.

O fechamento da mina Argyle na Austrália em 2020, responsável por 90% dos diamantes rosas do mundo, fez os preços desta categoria dispararem. Um diamante "Fancy Vivid Pink" pode alcançar valores superiores a US$ 1 milhão por quilate em leilões da Christie's ou Sotheby's. A Maison Alex Joias acompanha esses leilões de perto.

A avaliação de Fancy Colors requer uma expertise distinta que a Ouro Maisonpossui. A presença de cores secundárias (ex: "Brownish Pink") pode reduzir o valor, enquanto cores puras ou com modificadores raros (ex: "Purplish Pink") aumentam exponencialmente o preço. Nossa equipe possui acesso a compradores especializados neste nicho, garantindo que gemas coloridas sejam ofertadas aos colecionadores certos.

Diamantes coloridos raros: rosa, azul e amarelo
09.

Diamantes de Época e Cortes Antigos

Old Mine, Old European e o Charme Histórico.

Diamantes lapidados antes da era moderna (pré-1940) possuem uma estética única e um valor histórico inestimável. Cortes como Old Mine Cut e Old European Cut foram feitos à mão, desenhados para brilhar sob a luz de velas (Candlelight). Eles apresentam facetas maiores, "culets" abertos e uma cintilação mais suave e romântica, muito apreciada pela Ouro Maison.

Muitas joalherias modernas recortam essas pedras para se adequarem aos padrões atuais, perdendo peso e história. Na Maison Alex Joias, valorizamos a integridade original da peça. Existe um mercado vibrante de colecionadores que buscam a autenticidade desses cortes, pagando prêmios por peças que mantêm sua lapidação original do século XIX ou início do XX.

Se você possui uma joia de herança com diamantes de corte antigo, não a venda como "sucata" para ser recortada. A Ouro Maison avalia a peça não apenas pelos 4Cs, mas pela sua proveniência e raridade histórica. Preservamos a história da joalheria enquanto oferecemos o máximo valor financeiro pelo seu patrimônio antigo.

Joias antigas com diamantes de corte europeu antigo
010.

Fluorescência: O Fator Controverso

Impacto no Preço e na Estética.

A fluorescência é a emissão de luz visível (geralmente azul) quando o diamante é exposto a raios UV invisíveis. Cerca de 30% dos diamantes têm alguma fluorescência. O impacto no preço é um dos tópicos mais complexos e mal compreendidos da negociação profissional, mas a Ouro Maison domina essa variável.

Para diamantes de cores altas (D-F), a fluorescência Strong Blue é geralmente vista como um defeito ("Negative Factor"), pois pode fazer a pedra parecer oleosa, leitosa ou turva ("hazy") sob luz solar forte (rica em UV). Isso gera um desconto comercial que pode variar de 10% a 25% na Tabela Rapaport. A Maison Alex Joias detecta essa característica instantaneamente.

Porém, para diamantes de cores mais baixas (I-M), a fluorescência azul (Medium/Strong) é um bônus técnico! A cor azul (complementar ao amarelo na roda de cores) neutraliza o tom amarelado da pedra, fazendo-a parecer mais branca e brilhante do que realmente é ("face up whiter"). Esses diamantes são verdadeiros "sleepers" no mercado: oferecem uma aparência de cor H/I pelo preço de K/L. A expertise da Ouro Maison permite identificar quando a fluorescência é amiga ou inimiga do valor real.

Diamantes brilhando sob luz ultravioleta
011.

O Desafio dos Sintéticos (Lab-Grown)

CVD, HPHT e a Defesa do Natural.

A tecnologia de diamantes criados em laboratório avançou exponencialmente. Hoje, diamantes CVD (Chemical Vapor Deposition) e HPHT (High Pressure High Temperature) são quimicamente, fisicamente e opticamente idênticos aos naturais. Testes térmicos comuns (as famosas "canetas que apitam") falham em detectá-los. A Ouro Maison investe pesado em tecnologia para diferenciá-los.

A diferença de valor, no entanto, é abismal. O diamante natural mantém valor residual e histórico de apreciação secular; o sintético é um produto industrial de produção em massa com tendência de preço a zero a longo prazo. Para proteger nosso capital e nossos clientes, a Maison Alex Joias utiliza scanners avançados de espectroscopia (UV-Vis-NIR) e imagem de luminescência profunda.

Identificamos padrões de crescimento específicos (estrias de crescimento CVD vs cuboctaédrico natural) e traços de elementos catalisadores não encontrados na natureza. Se você possui um diamante natural, não aceite avaliações superficiais que jogam o preço para baixo "por dúvida". Nós da Ouro Maison temos a tecnologia para provar a autenticidade e pagar o prêmio de raridade que a natureza merece.

Tecnologia de detecção de diamantes sintéticos
012.

Sustentabilidade e Economia Circular

O Valor Ecológico do Diamante Reciclado.

A sustentabilidade é um pilar central da Ouro Maison. A mineração de diamantes, embora essencial para a economia de muitos países, possui um impacto ambiental significativo. Ao reintroduzir diamantes existentes no mercado (diamantes "Recycled" ou "Pre-Owned"), reduzimos a necessidade de nova extração, economizando água, energia e preservando a terra.

Diamantes são eternos; eles não se degradam com o uso. Um diamante extraído há 50 anos, se repolido, é indistinguível de um extraído hoje. A Maison Alex Joias promove a economia circular de luxo, onde joias esquecidas em cofres ganham nova vida e novos donos, sem gerar nova pegada de carbono.

Ao vender seus diamantes para a Ouro Maison, você participa ativamente desse ciclo virtuoso. Valorizamos o aspecto ecológico do seu patrimônio. Clientes da nova geração buscam cada vez mais gemas com menor impacto ambiental, e nós conectamos sua peça a essa demanda consciente, garantindo que a sustentabilidade também seja financeiramente recompensadora.

Diamante em ambiente natural sustentável
013.

Rapaport: A 'Bíblia' dos Preços

Transparência Total na Cotação.

No comércio atacadista global, não se pergunta "quanto custa?". Pergunta-se "quanto é o 'back' (desconto) sobre a Rapaport?". A Rapaport Diamond Report é a lista de preços de referência, atualizada semanalmente, que define o teto do mercado para diamantes lapidados baseando-se em Cor, Pureza e Peso. A Ouro Maison baseia suas ofertas nesta referência global.

Nossa política de transparência radical ("Open Book Policy") na Maison Alex Joias significa que abrimos a tabela para o cliente durante a negociação. Identificamos os 4Cs da sua pedra, localizamos o valor de referência na lista em dólar e aplicamos as porcentagens de comercialização justas baseadas na liquidez daquela categoria específica.

Você entende exatamente como chegamos ao valor final. Sem mistérios, sem ofertas arbitrárias ("chute"). É uma negociação profissional entre partes informadas. A Ouro Maison converte o valor do dólar comercial do dia, garantindo que você se beneficie da valorização cambial em tempo real, maximizando o retorno sobre seu ativo.

Tabela Rapaport e calculadora de diamantes
014.

Certificação: O Papel que Vale Ouro

GIA, HRD, IGI e a Credibilidade.

Nem todos os certificados são criados iguais. O GIA (Gemological Institute of America) é a autoridade suprema global, conhecida pelo seu rigor implacável. Um diamante classificado como "F Color" pelo GIA pode ser classificado como "D" ou "E" por laboratórios mais brandos ou comerciais (como EGL ou IGI), criando uma falsa sensação de valor. A Ouro Maison segue o padrão GIA.

O mercado sabe disso e precifica de acordo. Um diamante com certificado GIA vale significativamente mais ("trade at a premium") do que um diamante idêntico com certificado inferior ou sem certificado. Verificamos também a Laser Inscription na cinta do diamante, um código microscópico que liga a pedra ao seu laudo digital, procedimento padrão na Maison Alex Joias.

Se sua pedra possui certificado GIA, HRD ou AGS, traga-o. Verificaremos a integridade da pedra em relação ao laudo (plotagem de inclusões, dimensões). Se não possui, nossos gemólogos GIA Alumni farão a classificação in-house seguindo os mesmos critérios estritos, garantindo que você não perca valor por falta de documentação formal. A Ouro Maison garante a precisão.

Certificado GIA e lupa de gemólogo
015.

Segurança: Sala Blindada e Sigilo

Protocolos de Elite para Grandes Volumes.

Transacionar diamantes de alto valor exige um ambiente que inspire confiança absoluta e garanta integridade física. Nossa sede no coração de Copacabana foi projetada com arquitetura de segurança bancária de nível máximo: sistema de eclusas duplas, vidros balísticos certificados, monitoramento remoto 24h e vigilância armada discreta. A Ouro Maison prioriza sua segurança.

A Sala VIP Blindada oferece um oásis de tranquilidade e privacidade total. É um ambiente isolado acusticamente e visualmente, onde você pode expor suas joias e diamantes sem pressa e sem riscos. Nenhuma transação é feita no balcão; tudo ocorre neste ambiente controlado pela Maison Alex Joias.

O sigilo é nossa maior moeda. Entendemos a sensibilidade de vender ativos de alto valor. Seus dados, a origem das peças e os valores negociados são mantidos sob estrito sigilo comercial. Não compartilhamos informações com terceiros, exceto quando exigido por lei (COAF), garantindo sua discrição e paz de espírito. É o compromisso de honra da Ouro Maison.

Sala VIP blindada para negociação segura
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Compliance e Ética (COAF)

Transparência Legal e Kimberley Process.

A Maison Alex Joias (Ouro Maison) opera em total conformidade com as normas do COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). Isso protege você, vendedor, garantindo que a origem lícita do pagamento seja rastreável e bancarizada, eliminando riscos jurídicos futuros associados a transações em espécie não declaradas.

Aderimos rigorosamente ao Kimberley Process, um sistema de certificação internacional que impede o comércio de "diamantes de sangue" (conflict diamonds). Ao negociar com a Ouro Maison, você tem a certeza de que está participando de uma cadeia de custódia ética, que respeita os direitos humanos e financia o desenvolvimento sustentável nas comunidades mineradoras.

Emitimos Nota Fiscal de Entrada para todas as compras, formalizando a transferência de propriedade. Este documento é essencial para justificar a variação patrimonial em sua declaração de Imposto de Renda, comprovando a venda lícita de um bem pessoal. A equipe jurídica da Maison Alex Joias está à disposição para esclarecer qualquer dúvida sobre a tributação de ganho de capital.

Documentação legal e compliance

Metodologia técnica GIA

Diamantes analisados pelos4Cs, com precisão.

Os 4Cs

Carat, cut, color e clarity — quilate, lapidação, cor e pureza — analisados individualmente em cada pedra.

Certificado GIA

Leitura e conferência técnica de laudos do Gemological Institute of America, quando a pedra os possui.

Lapidação

Qualidade de corte, simetria e polimento avaliados sob luz controlada — o fator que mais influencia o brilho da pedra.

Lupa e balança de precisão

Inspeção com lupa gemológica e balança de precisão: instrumento técnico, não estimativa visual.

Diamantes coloridos

Fancy color diamonds avaliados por critérios próprios de intensidade e matiz, distintos da escala incolor.

Procedência

Rastreabilidade da pedra considerada na avaliação, com ou sem certificado de origem.

A Maison Alex Joias compra diamantes e brilhantes no Rio de Janeiro, com ou sem certificado GIA ou IGI. A avaliação é gratuita, presencial e segue os 4Cs — peso em quilates, cor, pureza e lapidação. Fica na Av. Nossa Sra. de Copacabana, 647, Sala 603, com pagamento via PIX imediato.

Quanto vale o meu diamante?

O valor de um diamante é definido por quatro variáveis técnicas — peso em quilates, cor, pureza e lapidação — combinadas com a existência de um laudo de laboratório reconhecido e com a cotação internacional do dia.

Não existe preço por grama para diamante como existe para ouro. Cada pedra é única, e duas pedras de 1,00 quilate podem ter valores muito distantes uma da outra: basta que uma seja D/VVS1 com lapidação Excellent e a outra J/SI2 com lapidação Fair. É por isso que qualquer avaliação séria começa pela classificação, e não pelo número.

No atacado internacional, a referência de preço é a Rapaport Diamond Report — uma lista publicada semanalmente que cruza cor, pureza e faixa de peso para diamantes lapidados. O preço real de uma pedra é sempre negociado como um desconto sobre essa referência, e esse desconto varia conforme lapidação, fluorescência, laboratório emissor do laudo e liquidez daquela combinação específica.

Na avaliação presencial, o cliente acompanha a classificação de cada critério e entende de onde vem o número. Se a pedra tiver laudo, conferimos o documento contra a pedra. Se não tiver, classificamos na hora. A avaliação é gratuita e não gera compromisso de venda.

Preço por quilate
Valor de referência de uma faixa de qualidade por unidade de peso. Multiplicado pelo peso da pedra, dá o valor bruto antes dos ajustes de lapidação, fluorescência e certificação.
Magic sizes
Pesos de corte comercial (0,50 ct, 1,00 ct, 1,50 ct, 2,00 ct, 3,00 ct) em que o preço por quilate dá um salto. Uma pedra de 0,99 ct vale sensivelmente menos que uma de 1,00 ct praticamente idêntica.

Os 4Cs explicados: Carat, Color, Clarity e Cut

Os 4Cs são o sistema de classificação criado pelo GIA na década de 1950 e adotado como padrão mundial: Carat (peso), Color (cor), Clarity (pureza) e Cut (lapidação).

Carat é peso, não tamanho. Um quilate equivale a 0,2 grama, ou 200 miligramas, e se divide em 100 pontos — uma pedra de 0,25 ct é uma pedra de 25 pontos. O peso é registrado com duas casas decimais porque a terceira casa muda de faixa de preço.

Color mede a ausência de cor. A escala do GIA começa em D, o incolor absoluto, e vai até Z, já com amarelo ou marrom claro perceptível. A classificação é feita com a pedra de barriga para cima, sobre bandeja branca, sob iluminação padronizada e em comparação com pedras-mestre. Diamantes com cor saturada — rosa, azul, verde, amarelo intenso — saem da escala D–Z e passam a ser classificados como Fancy Color, com critérios de matiz, tom e saturação.

Clarity mede inclusões (internas) e manchas (externas) sob ampliação de 10x. São onze graus, de FL a I3. O que separa uma pedra SI1 de uma SI2 não é só a quantidade de inclusões: pesa também o tipo, a posição e o contraste. Uma inclusão branca sob a mesa incomoda mais do que uma inclusão escura escondida sob uma faceta da coroa.

Cut é o único dos 4Cs que depende inteiramente da mão humana. Não é o formato da pedra — é a qualidade do talhe: proporções, simetria e polimento, e como tudo isso devolve luz ao olho. É o critério com maior impacto no brilho: um diamante de cor e pureza altas com lapidação Poor parece morto, enquanto uma pedra de grau mais modesto com lapidação Excellent parece maior e mais branca do que é.

Os 4Cs do diamante: o que cada critério mede

Os quatro critérios criados pelo GIA que determinam o valor de um diamante lapidado: Carat (peso), Color (cor), Clarity (pureza) e Cut (lapidação).

CritérioO que medeEscala GIAPeso na avaliação
Carat (peso)Peso da pedra, não o tamanho aparente. 1 quilate = 0,2 grama = 200 mg = 100 pontos.Medido em quilates com duas casas (ex.: 1,03 ct)Preço por quilate sobe de forma não linear: uma pedra de 2 ct vale bem mais que o dobro de uma de 1 ct de mesma qualidade.
Color (cor)Ausência de cor. Quanto menos cor, mais raro o diamante branco.D (incolor) até Z (amarelo ou marrom claro)Cada grau perdido reduz o valor. O salto de D–F para G–J é o mais sentido no preço.
Clarity (pureza)Inclusões internas e manchas externas, observadas sob ampliação de 10x.FL, IF, VVS1, VVS2, VS1, VS2, SI1, SI2, I1, I2, I3Cai forte quando a inclusão é visível a olho nu ou compromete a estrutura da pedra.
Cut (lapidação)Qualidade do talhe — proporções, simetria e polimento — e não o formato.Excellent, Very Good, Good, Fair, PoorÉ o critério que mais afeta o brilho. Um Poor derruba o valor mesmo em pedra de cor e pureza altas.

O grau de Cut da escala GIA aplica-se à lapidação redonda brilhante na faixa de cor D–Z. Formatos fancy (oval, gota, esmeralda, princesa) recebem apenas polimento e simetria no relatório.

Escala de cor do GIA: de D a Z

A escala de cor do GIA vai de D, incolor absoluto, até Z, com amarelo ou marrom claro visível.

A escala começa na letra D por decisão deliberada: quando o GIA publicou o International Diamond Grading System, o mercado usava nomenclaturas comerciais confusas como A, AA e AAA, sem padrão entre casas. Começar em D foi a forma de deixar claro que se tratava de um sistema novo.

Na prática, D, E e F são indistinguíveis para o olho não treinado quando a pedra está montada. A partir de K a cor amarelada aparece a olho nu, principalmente em pedras maiores e em montagens de ouro branco ou platina, que não disfarçam o tom.

Escala de cor GIA: de D a Z

A escala de cor do GIA vai de D (incolor absoluto) a Z (amarelo ou marrom claro), dividida em cinco faixas.

FaixaGrausDescrição GIAO que se vê a olho nu
IncolorD, E, FColorlessNenhuma cor perceptível, nem com a pedra solta sobre fundo branco.
Quase incolorG, H, I, JNear ColorlessTraço de cor detectável apenas em comparação lado a lado; montada, aparenta incolor.
Levemente coloridoK, L, MFaintTom amarelado perceptível a olho nu, sobretudo em pedras acima de 1 ct.
Muito levemente coloridoN a RVery LightCor evidente. Faixa de menor liquidez no mercado de diamante branco.
Levemente amareloS a ZLightAmarelo ou marrom claro nítido. Abaixo de Z, entra na categoria de cor fancy.

A escala começa em D, e não em A, porque o GIA quis romper com as nomenclaturas comerciais anteriores (A, AA, AAA) que não tinham padrão. Diamantes coloridos saturados (rosa, azul, amarelo intenso) saem da escala D–Z e entram na classificação Fancy Color.

Escala de pureza (clarity): de FL a I3

A pureza é classificada em onze graus sob ampliação de 10x: FL, IF, VVS1, VVS2, VS1, VS2, SI1, SI2, I1, I2 e I3.

Inclusões são marcas de formação — cristais, penas, nuvens, agulhas, planos de crescimento. Não são defeitos de fabricação: são o registro de como a pedra se formou, e funcionam como impressão digital. É exatamente isso que permite provar, anos depois, que uma pedra é a mesma do laudo.

No mercado, o divisor de águas é o conceito de eye clean: a pedra em que nenhuma inclusão é visível a olho nu, à distância normal de observação. Boa parte das pedras VS2 e uma parte das SI1 é eye clean. Da SI2 para baixo, a probabilidade cai bastante.

Escala de pureza GIA (clarity), sob ampliação de 10x

A pureza de um diamante é classificada em onze graus, de FL (sem inclusões) a I3 (inclusões evidentes a olho nu), sempre sob lupa de 10x.

SiglaNomeDefinição técnica
FLFlawlessSem inclusões nem manchas visíveis sob 10x por um gemólogo experiente.
IFInternally FlawlessSem inclusões internas sob 10x; apenas manchas de superfície.
VVS1Very Very Slightly Included 1Inclusões extremamente difíceis de localizar sob 10x.
VVS2Very Very Slightly Included 2Inclusões muito difíceis de localizar sob 10x.
VS1Very Slightly Included 1Inclusões difíceis de localizar sob 10x.
VS2Very Slightly Included 2Inclusões um pouco difíceis de localizar sob 10x.
SI1Slightly Included 1Inclusões visíveis com facilidade sob 10x.
SI2Slightly Included 2Inclusões muito visíveis sob 10x; às vezes perceptíveis a olho nu.
I1Included 1Inclusões óbvias sob 10x, geralmente visíveis a olho nu.
I2Included 2Inclusões óbvias que já afetam transparência ou brilho.
I3Included 3Inclusões que afetam transparência, brilho e a durabilidade da pedra.

Inclusão é interna (cristal, pena, nuvem, agulha); mancha é externa (arranhão, entalhe, marca de polimento). O laudo GIA registra o tipo, a posição e o tamanho no diagrama de plotagem.

Lapidação (cut): de Excellent a Poor

A lapidação é classificada em cinco graus — Excellent, Very Good, Good, Fair e Poor.

O grau de lapidação avalia como as proporções da pedra devolvem luz: brilho (luz branca refletida), fogo (dispersão nas cores do espectro) e cintilação (os lampejos quando pedra, luz ou observador se movem). Entram no cálculo o percentual de mesa, a profundidade total, o ângulo da coroa, a profundidade do pavilhão, a espessura da cinta e o culet.

Polimento e simetria são registrados em campos separados do laudo, na mesma escala de cinco graus. A combinação de Excellent nos três — lapidação, polimento e simetria — é o que o mercado chama de Triple Excellent, e é a configuração com maior liquidez internacional.

Escala de lapidação GIA (cut), polimento e simetria

A lapidação é avaliada em cinco graus, de Excellent a Poor, considerando brilho, fogo, cintilação, peso relativo e acabamento.

GrauO que significa na prática
ExcellentRetorno de luz máximo. Proporções dentro da faixa ideal; a pedra parece maior e mais branca do que é.
Very GoodRetorno de luz muito próximo do Excellent, com desvio pequeno em uma das proporções.
GoodBrilho aceitável; parte da luz escapa pelo pavilhão.
FairPerda visível de brilho. Pedra rasa ou profunda demais.
PoorVazamento de luz acentuado. A pedra parece opaca, escura no centro ou com efeito de janela.

Polish (polimento) e Symmetry (simetria) usam a mesma escala de cinco graus e aparecem em campos separados do laudo. A combinação Excellent/Excellent/Excellent é chamada de Triple Excellent no mercado.

Como ler um laudo GIA

Um laudo GIA traz número do relatório, formato, medidas em milímetros, peso, cor, pureza, lapidação, polimento, simetria, fluorescência, inscrição a laser e o diagrama de proporções.

O primeiro passo é verificar o número do relatório na ferramenta de consulta pública do GIA. Se o número não retornar resultado, ou retornar dados que não batem com o documento em mãos, o papel não serve como referência de preço.

O segundo passo é ligar o papel à pedra. Isso se faz por três caminhos: a inscrição a laser na cinta, que repete o número do relatório e é visível sob lupa de 10x; as medidas em milímetros, que devem bater com o paquímetro; e o diagrama de plotagem, em que cada inclusão desenhada precisa coincidir em tipo e posição com o que se vê sob a lupa.

O terceiro passo é ler os campos de proporção. Em lapidação redonda brilhante, o mercado trata como faixa ideal uma mesa entre 53% e 58% e uma profundidade total entre 59% e 62,5%. Valores fora dessa faixa explicam por que uma pedra com cor e pureza boas pode ter recebido apenas Good ou Fair em lapidação.

Vale a mesma leitura para relatórios do IGI, que segue estrutura equivalente. A diferença relevante entre laboratórios está no rigor da classificação: dois relatórios podem atribuir graus diferentes à mesma pedra, e o mercado precifica pelo grau real, não pelo grau impresso.

Como ler um laudo GIA: campo por campo

Um relatório GIA traz número de controle, medidas, os quatro Cs, acabamento, fluorescência, inscrição a laser e diagrama de proporções.

Campo do laudoO que informaO que conferir
GIA Report NumberNúmero único do relatório, com data de emissão.Confira o número em gia.edu/report-check. Laudo sem correspondência online não vale como referência de preço.
Shape and Cutting StyleFormato e estilo de talhe (ex.: Round Brilliant, Emerald Cut).Deve bater com a pedra em mãos. Formato diferente do laudo indica troca.
MeasurementsPara redondos: diâmetro mínimo – diâmetro máximo × profundidade, em milímetros.Meça com paquímetro. Divergência acima de 0,05 mm é sinal de alerta.
Carat WeightPeso em quilates com duas casas decimais.Pese em balança de precisão. 0,99 ct e 1,00 ct têm preços por quilate bem diferentes.
Color GradeGrau na escala D–Z.Comparação só é válida com pedras-mestre e luz padronizada.
Clarity GradeGrau de FL a I3.Cruze com o diagrama de plotagem: as inclusões devem coincidir em tipo e posição.
Cut GradeGrau de lapidação (apenas para redondo brilhante D–Z).Ausência desse campo em pedra redonda indica que o laudo não é um Diamond Grading Report completo.
Polish e SymmetryAcabamento das facetas e alinhamento.Graus abaixo de Good pesam no preço mesmo com cor e pureza altas.
FluorescenceReação sob luz ultravioleta: None, Faint, Medium, Strong, Very Strong.Strong ou Very Strong em pedras D–F costuma gerar desconto; em cores I–M pode até ajudar visualmente.
InscriptionNúmero do relatório gravado a laser na cinta (girdle).Visível sob lupa de 10x. É o vínculo físico entre a pedra e o papel.
Proportions DiagramTable %, depth %, ângulo da coroa, profundidade do pavilhão, espessura da cinta e culet.Table entre 53% e 58% e depth entre 59% e 62,5% é a faixa que o mercado trata como ideal em redondos.
Clarity Characteristics / PlotMapa das inclusões desenhado sobre o formato da pedra.É a impressão digital do diamante. Serve para provar que a pedra é a mesma do laudo.

Diamante natural ou de laboratório: por que a origem muda o valor

Diamante natural e diamante de laboratório são quimicamente idênticos — carbono cristalizado, dureza 10 na escala Mohs — mas têm valores de mercado muito diferentes, porque um é escasso e o outro é fabricável em escala.

Diamantes de laboratório são produzidos por dois processos. No CVD (Chemical Vapor Deposition), uma semente de diamante cresce em câmara de vácuo a partir de gás rico em carbono. No HPHT (High Pressure High Temperature), reproduz-se em prensa a pressão e a temperatura do manto terrestre. Ambos entregam, em semanas, uma pedra com as mesmas propriedades ópticas e físicas de uma natural.

Não dá para distinguir os dois a olho nu, nem com lupa, nem com os testadores térmicos de caneta vendidos como "testa-diamante" — esses aparelhos apenas confirmam que a pedra é diamante, e o sintético é diamante. A separação exige espectroscopia e análise de padrões de crescimento, feita em laboratório gemológico.

A diferença de valor não é de qualidade: é de escassez. O diamante natural depende de uma formação geológica que não se repõe; o de laboratório depende de capacidade instalada de reator, que só cresce. À medida que a produção aumentou, o preço de atacado do lab-grown caiu de forma acentuada, e o mercado secundário para essas pedras é raso.

Por isso a informação precisa estar clara antes da negociação. Laudos de pedras de laboratório são emitidos em formato próprio (GIA Laboratory-Grown Diamond Report, IGI Laboratory Grown Diamond Report) e a origem laboratorial costuma vir gravada a laser na cinta. Compramos diamante natural; em peças com pedras de laboratório, a avaliação recai sobre o metal e os demais componentes.

Diamante natural x diamante de laboratório (sintético)

Diamante natural e diamante de laboratório têm a mesma composição química (carbono cristalizado) e as mesmas propriedades ópticas, mas origem, raridade e valor de revenda completamente diferentes.

AspectoNaturalLaboratório (lab-grown)
ComposiçãoCarbono cristalizado em estrutura cúbica.Carbono cristalizado em estrutura cúbica — quimicamente idêntico.
OrigemFormado no manto terrestre ao longo de bilhões de anos.Produzido em reator por CVD (deposição química de vapor) ou HPHT (alta pressão e alta temperatura), em semanas.
Dureza10 na escala Mohs.10 na escala Mohs.
IdentificaçãoPadrões de crescimento e traços de inclusão típicos de formação geológica.Estrias de crescimento CVD, inclusões metálicas em HPHT e resposta distinta em espectroscopia. Não se distingue a olho nu nem com teste térmico de caneta.
CertificaçãoGIA Diamond Grading Report; IGI Diamond Report.GIA Laboratory-Grown Diamond Report; IGI Laboratory Grown Diamond Report. A origem laboratorial é gravada a laser na cinta.
OfertaLimitada pela geologia. Não se produz mais diamante natural.Escalável: basta mais capacidade de reator.
Valor de revendaSustentado por escassez e por um mercado secundário internacional consolidado.Muito inferior. O preço de atacado caiu de forma acentuada à medida que a produção cresceu, e o mercado secundário é raso.

É por isso que a origem muda o valor: não é uma questão de qualidade da pedra, é uma questão de escassez. Compramos diamante natural. Peças com diamante de laboratório são avaliadas pelo metal e pelos demais componentes.

O que reduz o valor de um diamante

Lascas na cinta, fluorescência forte em cores altas, lapidação fora de proporção, inclusões visíveis a olho nu e tratamentos não declarados são os fatores que mais derrubam o preço.

Lascas e quebras são o fator mais direto: exigem relapidação, e relapidar significa perder peso. Uma pedra de 1,02 ct que precise de retoque pode terminar abaixo de 1,00 ct e perder, junto com o peso, o prêmio de preço associado ao quilate cheio.

A fluorescência é o fator mais mal compreendido. Cerca de um terço dos diamantes reage à luz ultravioleta, quase sempre emitindo azul. Em pedras D–F, fluorescência Strong ou Very Strong pode dar um aspecto leitoso sob sol forte e gera desconto no atacado. Em pedras I–M, o mesmo azul neutraliza o tom amarelado e ajuda a aparência — o efeito depende da faixa de cor.

Lapidação fora de proporção age silenciosamente. Uma pedra rasa demais tem diâmetro maior e parece grande, mas vaza luz pelo fundo. Uma pedra profunda demais esconde peso no pavilhão e parece menor do que pesa. Nos dois casos, o cliente paga ou recebe por peso que não vira brilho.

Por fim, tratamentos. Preenchimento de fratura, laser drilling e tratamento HPHT de cor alteram artificialmente a aparência da pedra e precisam ser declarados no laudo. Um tratamento não informado inviabiliza a negociação.

O que reduz o valor de um diamante

Lascas, fluorescência forte em cores altas, lapidação fora de proporção e inclusões visíveis a olho nu são os fatores que mais derrubam o preço de um diamante.

FatorPor que pesaEfeito típico
Lasca ou quebra na cinta (chip)Compromete a integridade estrutural e exige relapidação, com perda de peso.Desconto grande. Uma pedra de 1,02 ct que precisa ser relapidada pode cair abaixo de 1,00 ct e perder o prêmio do tamanho redondo.
Fluorescência forte em cores D–FPode deixar a pedra com aspecto leitoso ou oleoso sob luz solar, rica em ultravioleta.Desconto no mercado atacadista para as faixas Strong e Very Strong.
Lapidação fora de proporçãoPedra rasa vaza luz pelo fundo (efeito fish-eye); pedra profunda esconde peso e parece menor (nail head).Perda de brilho e de preço por quilate, mesmo com cor e pureza boas.
Inclusão visível a olho nu (não eye clean)Afeta a percepção de beleza, que é o que sustenta a demanda no varejo.Empurra a pedra para as faixas SI2 e I, onde a liquidez é bem menor.
Pena (fratura) próxima à superfícieRisco real de propagação no uso ou na cravação.Reduz o valor e pode inviabilizar a remontagem da peça.
Ausência de laudo de laboratório reconhecidoSem laudo, o comprador assume o risco da classificação.Avaliação mais conservadora. Vale a pena certificar pedras acima de 1 ct antes de vender.
Laudo de laboratório de padrão brandoAlguns laboratórios classificam cor e pureza de forma mais generosa que o GIA.O mercado reprecifica a pedra pelo grau real, não pelo grau do papel.
Tratamentos (preenchimento de fratura, HPHT de cor, laser drilling)Alteram artificialmente aparência ou pureza e devem ser declarados.Desconto expressivo. Um tratamento não declarado invalida a negociação.

Diamantes que compramos

Compramos pedras soltas com e sem certificado, joias cravejadas, lotes de melê, cortes antigos e diamantes de cor natural.

Em joias cravejadas, a avaliação é feita em duas frentes: as pedras e o metal. O peso do ouro considerado é o peso líquido, já descontadas as gemas e a solda, e o teor é verificado por espectrometria de fluorescência de raios X (XRF), sem danificar a peça.

Em pedras de corte antigo — Old Mine Cut, Old European Cut, rosa-francesa — a recomendação é não relapidar antes de vender. Esses cortes têm um mercado colecionador próprio, e a relapidação para padrão moderno destrói ao mesmo tempo peso e proveniência.

Diamantes que a Maison Alex Joias compra

Compramos pedras soltas e diamantes cravejados, com ou sem certificado.

CategoriaExemplosObservação
Pedra solta certificadaSolitários com laudo GIA ou IGITraga o laudo original. Conferimos a inscrição a laser contra o número do relatório.
Pedra solta sem certificadoDiamantes herdados, pedras desmontadasClassificamos os 4Cs na hora, com o cliente presente.
Joia cravejadaAnéis solitários, alianças cravejadas, rivieras, ternos, chuveirosAvaliamos as pedras e o metal separadamente.
Melê e lotesPedras pequenas em lote, sobras de bancadaAvaliadas por peso e faixa média de qualidade.
Cortes antigosOld Mine Cut, Old European Cut, rosa-francesaNão recomendamos relapidar antes de vender: o corte original tem mercado próprio.
Diamantes de cor (fancy)Amarelo, castanho, cinza e demais cores naturaisClassificação distinta da escala D–Z, baseada em matiz, tom e saturação.

Como funciona a avaliação em Copacabana

A avaliação é gratuita, presencial e feita em sala VIP blindada na Av. Nossa Sra. de Copacabana, 647, Sala 603, com pagamento via PIX imediato em caso de acordo.

O primeiro contato pode ser feito por WhatsApp, com fotos e, se houver, o número do laudo. Isso permite uma estimativa inicial antes do deslocamento.

Na avaliação presencial, cada pedra é pesada, medida e classificada nos 4Cs com o cliente presente. Havendo laudo, o documento é conferido contra a pedra: inscrição a laser, medidas e diagrama de plotagem. A classificação é explicada critério por critério antes de qualquer proposta.

Fechado o negócio, o pagamento é feito por PIX no mesmo ato, com emissão de nota fiscal de entrada. A Maison Alex Joias atende no mesmo endereço desde 1984 e já atendeu mais de 15.000 clientes.

Endereço
Av. Nossa Sra. de Copacabana, 647 — Sala 603, Copacabana, Rio de Janeiro.
Telefone
(21) 96944-7766 · WhatsApp (21) 96944-7766
Horário
Segunda a sexta, 11h às 18h, com hora marcada. Sábado e domingo, fechado.
Pagamento
PIX imediato, no mesmo ato, com nota fiscal de entrada.

Joias assinadas com diamantes

Também compramos peças cravejadas de maisons de alta joalheria — Van Cleef & Arpels, Cartier, Bvlgari, Tiffany & Co. e Harry Winston.

Em peça assinada, a assinatura entra na conta. Punção da maison, número de série, qualidade da cravação e presença de estojo e certificado original influenciam a avaliação além do valor das pedras e do metal.

A verificação é feita sobre a peça: punções, acabamento interno, tipo de fecho e padrão de cravação. Não emitimos autenticação de terceiros — avaliamos para compra.

Quilate, gramas, pontos e diâmetro aproximado

Um quilate equivale a 0,2 grama e a 100 pontos. O diâmetro é apenas indicativo: depende das proporções da lapidação.

PesoGramasPontosDiâmetro aprox. (redondo brilhante)
0,25 ct0,050 g25 pontos≈ 4,1 mm
0,50 ct0,100 g50 pontos≈ 5,2 mm
0,75 ct0,150 g75 pontos≈ 5,8 mm
1,00 ct0,200 g100 pontos≈ 6,5 mm
1,50 ct0,300 g150 pontos≈ 7,4 mm
2,00 ct0,400 g200 pontos≈ 8,1 mm
3,00 ct0,600 g300 pontos≈ 9,3 mm

Os diâmetros valem para lapidação redonda brilhante bem proporcionada. Pedra rasa tem diâmetro maior para o mesmo peso, e pedra profunda tem diâmetro menor — por isso peso e tamanho aparente não são a mesma coisa.

Perguntas frequentes sobre vender diamante no RJ

Quanto vale um diamante de 1 quilate?

Depende dos outros três Cs. Duas pedras de 1,00 ct podem ter valores muito distantes: uma D/VVS1 com lapidação Excellent e outra J/SI2 com lapidação Fair estão em patamares completamente diferentes. Pesam ainda a fluorescência, o laboratório que emitiu o laudo e a cotação internacional do dia. Por isso a avaliação começa pela classificação dos 4Cs, e não por um número. A avaliação presencial em Copacabana é gratuita e sem compromisso.

Onde vender diamante no Rio de Janeiro?

A Maison Alex Joias compra diamantes no Rio de Janeiro desde 1984, na Av. Nossa Sra. de Copacabana, 647 — Sala 603, em Copacabana. O atendimento é feito em sala VIP blindada, de segunda a sexta, das 11h às 18h, com atendimento por hora marcada. O atendimento on-line pelo WhatsApp funciona 24 horas. A avaliação é gratuita e o pagamento é por PIX imediato. WhatsApp (21) 96944-7766.

Como saber se meu diamante é verdadeiro?

Os testes caseiros — respirar sobre a pedra, riscar vidro, mergulhar em água — não são confiáveis e podem danificar a joia. Os testadores térmicos de caneta apenas confirmam que a pedra é diamante, sem distinguir natural de laboratório. A verificação segura é gemológica: exame sob lupa de 10x, medidas, peso e, quando há laudo, conferência da inscrição a laser na cinta contra o número do relatório. Fazemos essa verificação gratuitamente, com o cliente presente.

Vocês compram diamante sem certificado GIA?

Sim. Boa parte das pedras que compramos vem de joias de família e nunca foi certificada. Nesse caso, classificamos os 4Cs na hora, explicando cada critério antes da proposta. Ter laudo GIA ou IGI ajuda a fechar mais rápido e reduz a margem de discussão, mas não é condição para vender.

Como ler um laudo GIA?

Comece pelo número do relatório e confirme-o na consulta pública do GIA. Depois ligue o papel à pedra por três caminhos: a inscrição a laser na cinta, visível sob lupa de 10x; as medidas em milímetros, conferidas com paquímetro; e o diagrama de plotagem, em que cada inclusão desenhada deve coincidir em tipo e posição. Por fim, leia as proporções: em redondo brilhante, o mercado trata mesa de 53% a 58% e profundidade de 59% a 62,5% como faixa ideal.

Qual a diferença entre diamante natural e sintético?

São quimicamente idênticos: carbono cristalizado, dureza 10 na escala Mohs, mesmas propriedades ópticas. A diferença é a origem. O natural se formou no manto terrestre ao longo de bilhões de anos; o de laboratório é produzido em semanas por CVD ou HPHT. Como a produção sintética é escalável e a natural não, o preço do lab-grown caiu de forma acentuada e seu mercado secundário é raso. Compramos diamante natural.

O que são os 4Cs do diamante?

São os quatro critérios de classificação criados pelo GIA e adotados como padrão mundial. Carat é o peso: 1 quilate equivale a 0,2 grama e a 100 pontos. Color é a ausência de cor, na escala de D (incolor) a Z. Clarity é a pureza, de FL a I3, avaliada sob ampliação de 10x. Cut é a qualidade da lapidação — proporções, simetria e polimento — classificada de Excellent a Poor.

Fluorescência diminui o valor do diamante?

Depende da faixa de cor. Em pedras D–F, fluorescência Strong ou Very Strong pode dar aspecto leitoso sob luz solar e gera desconto no mercado atacadista. Em pedras I–M, a emissão azul neutraliza o tom amarelado e pode melhorar a aparência, sem penalidade equivalente. Cerca de um terço dos diamantes apresenta alguma fluorescência, registrada no laudo como None, Faint, Medium, Strong ou Very Strong.

Vale a pena certificar meu diamante antes de vender?

Para pedras soltas acima de 1 quilate, geralmente sim: o laudo elimina a incerteza de classificação e costuma se pagar. Para pedras menores ou cravejadas em joia, o custo e o prazo de certificação raramente compensam, porque a desmontagem tem custo próprio. Podemos avaliar a peça gratuitamente antes de qualquer decisão e indicar se a certificação faz sentido no seu caso.

Vocês compram diamantes cravejados em joia ou só pedra solta?

Compramos os dois. Em joia cravejada, avaliamos as pedras e o metal separadamente: o ouro é considerado pelo peso líquido, já descontadas gemas e solda, com teor verificado por espectrometria XRF sem danificar a peça. Alianças cravejadas, solitários, rivieras, ternos e chuveiros são avaliados normalmente.

Quanto tempo leva a avaliação e o pagamento?

A avaliação presencial costuma levar de 20 a 40 minutos, dependendo da quantidade de peças e de haver ou não laudo a conferir. Havendo acordo, o pagamento é feito por PIX no mesmo ato, com emissão de nota fiscal de entrada. Não há parcelamento, cheque nem prazo de espera.

Preciso de nota fiscal para vender meu diamante?

Não. A maioria das pedras que compramos vem de heranças e não tem nota de origem. A avaliação é técnica, feita sobre a pedra. Na compra, emitimos nota fiscal de entrada, que formaliza a transferência de propriedade e serve para justificar a variação patrimonial na declaração de imposto de renda.

Vocês compram diamantes de corte antigo?

Sim — Old Mine Cut, Old European Cut e rosa-francesa, entre outros. A recomendação é não relapidar para padrão moderno antes de vender: a relapidação faz perder peso e apaga a proveniência da peça, e esses cortes têm mercado colecionador próprio.

As marcas citadas são mencionadas apenas para identificar as peças que a Maison Alex Joias compra e avalia. Não somos revendedora autorizada, representante nem temos vínculo comercial com essas maisons.

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